VENHA CONHECER O EFEITO CURATIVO DAS VELAS HOPI

Apesar de muitas lendas ao redor de sua origem, não sabemos ao certo se a forma como é usada hoje a vela auricular ou Velas Hopi, é igual àquela usada na antiguidade. Alguns afirmam que era usada na China, Tibete e Índia. Acredita-se ter sido usada provavelmente de forma cerimonial pelos egípcios, maias, astecas e índios norte americanos. Existem pinturas que mostram algo parecido com uma vela em rituais xamânicos e cerimônias...

COMO É ESSA HISTÓRIA?

Elas fazem parte da farmácia natural dos índios Hopi – que significa gente de paz – e quem experimenta não só fica surpreso com os resultados como também nunca deixa de usar. É utilizada a combustão de velas ocas feitas de cera pura de abelha.  O procedimento é simples: aplica-se a vela na cavidade externa do ouvido, acende e deixa-se queimar um terço da vela. Acontece uma combustão, que gera uma pressão reduzida – efeito chaminé – e ondas de vibração do ar provocadas pelo movimento da chama. Consequentemente se produz uma massagem no tímpano. O efeito é sentido imediatamente. Uma sensação de calor, de bem estar, que suaviza a pressão no ouvido, fluidifica o muco e melhora a dor de cabeça.

PARA QUEM INDICAMOS O USO DAS VELAS?

O uso das velas Hopi é muito útil para pessoas com problemas de sinusites, rinites, zumbidos auditivos e alguns tipos de dor de cabeça, constipações, gripes, dores de garganta, náuseas (reduzindo a pressão de fluidos responsáveis pelo equilíbrio), vertigens (causadas pelo funcionamento do ouvido interno), zona auricular (herpes do ouvido), ou mesmo problemas de circulação do ouvido.

O QUE ACONTECE DEPOIS DO USO?

Produz a limpeza do sistema auditivo (vias auditivas, nasais e canal lacrimal) e um descongestionamento do sistema respiratório superior (seios paranasais), causando um efeito calmante e desinfetante, estimulando a circulação periférica. Eliminamos não só o muco e a cera que ficam endurecidos, mas também a água e outros resíduos como de shampoo acumulados nos banhos. Ainda em casos de sinusite, há um alívio imediato e a drenagem do muco que fica retido provocando a inflamação e as dores de cabeça.

 

PROFISSIONAL

ROSSANA MILONE
Psicomotricista

Formada pela Escola Angel Vianna no Curso Técnico de formação de bailarino contemporâneo em 1994, e em Terapia Corporal e Recuperação Motora através da Dança em 1998.
Trabalhou com o Dr. Marcos Henrique Manzoni em 1999 na Clínica da Dor em atendimentos com alongamento a domicílio e na clínica.
Esteve como Assistente para exame de análise de marcha de 2002 a 2004 no Instituto Nacional de Traumato Ortopedia (INTO). Centro de Pesquisa do Movimento Humano (CPMH) – Laboratório de Marcha.
Graduada pelo IBMR em Psicomotricidade em 2003.
Assistente da Terapeuta Ocupacional e Motricista Vitória Steinberg de 2004 até 2007 nos Consultórios Integrados de Estimulação Precoce em Botafogo, onde hoje tem seu próprio consultório.