
Cuidado com a Síndrome Metabólica!
Ela é um risco para o coração, mas pela
alimentação você pode manter longe este perigo
A fórmula da Síndrome Metabólica é esta: glicose elevada, pressão alta, obesidade e alterações nos níveis de colesterol e triglicerídeos. Cláudia Bocca, da UERJ, autora de um estudo recente, recomenda: "É fundamental diminuir o consumo de gorduras saturadas e trans". Ou seja, maneirar o consumo de carne vermelha, biscoitos e sorvetes cremosos.
E compensar com alimentos que ajudam, como o macarrão integral e o brocólis, que têm baixo índice glicêmico, equilibram os níveis de açúcar no sangue prevenindo o diabetes; a soja e o feijão, fontes de proteína vegetal e que aumentam a saciedade e o salmão, a truta e a sardinha, cheios de gorduras que blindam o coração.
Se você incluir no seu "cardápio" uma atividade física regular, como caminhadas pelo menos três vezes por semana, não tem síndrome metabólica que resista: ela diminui e você melhora sua qualidade de vida.
Atenção para os perigos do verão
Conselhos para você aproveitar os prazeres da estação, como a água, o sol, o mar e a piscina junto com sua família e amigos
Mar poluído, areia contaminada, sol em excesso, picadas de insetos ou piscinas com germes e muito cloro: estes são alguns dos estraga-prazeres de quem for aproveitar o verão. Na volta do litoral, crianças e adultos invariavelmente sofrem com as infecções nos olhos, ouvidos e pele, desidratação e infecção estomacal pelo consumo de alimentos deteriorados ou em excesso. Piscinas com grande concentração de produtos químicos podem causar conjuntivite e rinite alérgica. Mas algumas dicas podem ajudar a minimizar os dissabores. Na praia, caminhe de chinelos e fuja daquelas freqüentadas por cachorros, transmissores potenciais de bactérias e das que possuem esgoto a céu aberto.
Convém lembrar que areias sujas, além de abrigo de micro organismos, podem esconder latas e vidros. As pessoas propensas a reações alérgicas devem tomar cuidado com o tempo de exposição ao sol e com picadas de insetos. A picada dos pernilongos, que vivem em águas paradas, e dos borrachudos, que preferem correntezas, causa os estrófulos, bolinhas vermelhas que coçam bastante. As crianças são vítimas freqüentes, mas, com o passar do tempoe a repetição das picadas, a reação se anula sob efeito de tratamento ou pelamaior resistência do sistema imunológico.Telas na janela e véu sobre a camasão recursos que ajudam.
Problemas freqüentes e como combatê-los
Micose por fungos: Bolhas, vermelhidão ou descamação entre os dedos e na região da virilha, nádegas e púbis. Causadas pelo uso de banho de mar em praias poluídas, lava-pés sujos de piscinas e uso comum de toalhas e trajes íntimos.
Infecções por bactérias: Bolhas ou nódulos que se multiplicam pelo corpo. Evite águas contaminadas e use roupas leves. Alimentos deteriorados podem causar infecção intestinal.
Suor em excesso: Brotoejas, bolhas d' água que surgem quando os poros entopem. Use roupas leves.
Insolação: Atinge pessoas que abusam do sol nos primeiros dias. Os sintomas incluem pele seca, febre, etc. Crianças são mais afetadas.
Desidratação: Exposição excessiva ao sol e não repor líquido com freqüência. Sol moderado e consumo constante de água e suco evitam o problema.
Insetos: Embora inevitáveis, procure manter-se longe deles. Use repelente contra borrachudos e, em caso de picada, lave o local com água e sabão. O uso de pomada antialérgica ou outro medicamento deve seguir orientação médica.
Na praia: Afaste-se de locais com esgoto e fezes de cachorro. Use chinelos, não nade perto de rochedos, fique de olho nas crianças mesmo com bóias: elas transmitem falsa sensação de segurança.
Na piscina: A água não pode estar esverdeada ou turva; a junta dos azulejos deve estar visível, o lava-pés deve estar limpo. Saia da água ao primeiro sinal de ardência nos olhos, irritação na garganta ou nariz.
|