Micoses: Proteja-se
Conheça os principais tipos e entenda de que maneira elas surgem e como é possível evitá-las.
O verão chegou e com ele vem a vontade de praticar esportes, de ir à piscina e à praia. É nessa época também que os problemas com micoses de pele aumentam, pois seus causadores, os fungos, se proliferam com a umidade e o calor, embora possam se instalar no corpo durante todo o ano. Os fatores que influenciam no surgimento das micoses neste período são a maior exposição ao calor; o fato das pessoas andarem mais descalço na areia, na piscina, e em lugares úmidos; e o fechamento dos poros devido ao uso de bronzeadores e hidratantes, o que aumenta o calor e umidade na pele.
Veja algumas dicas para evitar o surgimento destas micoses:
• Após o banho, enxugue-se bem, principalmente nas áreas de dobras, como o espaço entre os dedos dos pés e a virilha.
• Não use por períodos prolongados calçados que abafem muito os pés, como tênis.
• Procure não ficar muito tempo com a roupa de banho molhada.
• Escolha sempre roupas íntimas de fibras naturais, como o algodão. As sintéticas prejudicam a transpiração.
• Ao freqüentar banheiros públicos, evite estar descalço. Use sandálias durante o banho para evitar contato com o piso.
MICOSES MAIS COMUNS
Micose de pele - causada em geral pelo contato íntimo com portadores ou animais, aparece nas porções da pele onde não há pêlos. Em geral, apresenta uma coloração vermelha e é sobrelevada.
Frieira - causada por fungos que se desenvolvem mais facilmente pelo uso de sapatos fechados por longos períodos e por excesso de umidade. A pele entre os dedos dos pés fica descamada, às vezes com cortes e coceira de intensidade variável.
Micose de praia - causada por um fungo que se prolifera melhor em ambientes quentes e úmidos, e em pessoas predispostas. Apresenta-se sob a forma de manchas, normalmente brancas, e que geralmente localizam-se no pescoço, no tórax, nas costas e nos braços, e apresentam uma descamação fina.
Micose de virilha - causada por fungos que se proliferam na virilha das pessoas que ficam durante períodos prolongados com roupas úmidas.
Felicidade: O melhor remédio na luta contra o câncer
O sentimento pode ser mediador, entre o suporte do tratamento intensivo contra a doença e o surgimento de sintomas depressivos.
Não é nada fácil a caminhada contra o câncer. As agressões dos inúmeros tratamentos e seus efeitos colaterais, principalmente em crianças e adolescentes, provocam um impacto realmente negativo na sua qualidade de vida. Mas se o câncer infantil é uma triste realidade, como então enfrentá- lo? A resposta está na felicidade e esta não é apenas uma mera questão filosófica, como constataram pesquisadores americanos, do Departamento de Psicologia da Universidade de Virgínia Commonwealth. Seus resultados foram publicados na revista médica Pediatric Blood & Câncer.
Adolescentes, com idade média de 20 anos, e que sobreviveram a um câncer diagnosticado por volta dos 13 anos, foram avaliados com uma escala subjetiva para avaliar a felicidade, além de sintomas negativos do passado, os quais poderiam influenciar na qualidade de vida e na ocorrência de depressão. Os pesquisadores notaram que a felicidade era o principal mediador, entre o suporte do tratamento intensivo contra o câncer e o surgimento de sintomas depressivos. Quanto mais alegre e disposta a criança, mais fácil era a sua capacidade de lidar com a situação. Observou-se inclusive, que a felicidade foi o principal marcador da sobrevida e não simplesmente o emprego de medidas terapêuticas intensivas.
Um outro fato percebido pelos investigadores é que os sintomas depressivos estavam mais correlacionados com eventos negativos, que ocorreram no passado dos adolescentes, independentemente do sexo masculino ou feminino. Frente aos achados da pesquisa, os autores consideram que programas que estimulem um ambiente de alegria e confiança, são passos essenciais na luta contra o câncer infantil, trazendo impactos verdadeiramente positivos nessa caminhada.
Novidade para proteger sua pele no verão
Além do indispensável uso de filtro solar, já existe no mercado roupas com fator UV que ajudam na proteção da pele.
Ao longo do dia pessoas passeiam, trabalham e praticam esportes sob o sol, sem lembrar que a exposição prolongada à radiação ultravioleta causa manchas ou perda de elasticidade da pele. Segundo a Academia Americana de Dermatologia, estima-se que 90% dos sinais visíveis de envelhecimento não são causados pela idade.
No Brasil, há maior intensidade dos raios solares por ter grande parte de sua superfície demográfica localizada entre o Trópico de Capricórnio e a Linha do Equador. Incidindo em um ângulo mais perpendicular, o país é um dos lugares com maior área intertropical e mais ensolarados do planeta. Assim, como precaução, as pessoas evitam o sol, principalmente das 10h às 14h, usam filtro solar adequado e privilegiam locais com sombra. Todas essas medidas contribuem com a saúde, mas podem não ser suficientes. Isso porque as nuvens, por exemplo, deixam passar até 90% dos raios UV, enquanto uma pessoa que fica até meio metro de profundidade na água, recebe ainda 40% da radiação da superfície.
ROUPAS QUE PROTEGEM
A proteção solar têxtil teve início na Austrália, em 1996, tornando-o o primeiro país a ter uma regulamentação sobre o assunto e, a partir de então, formalizando as exigências para a comercialização de roupas com fator UV. A regulamentação usa o termo Fator de Proteção Ultravioleta (FPU) para designar a quantidade de proteção. O índice de proteção indica o quanto de radiação ultravioleta (RUV) é bloqueado pelo tecido. Por exemplo, uma peça com FPU de 50 permite que somente 1/50 da RUV, que atinge a superfície do tecido, passe através dela. Isso significa a redução da exposição RUV sobre a pele em 20 vezes ou que 98% dela foram absorvidas pela roupa ou acessório.
Aí está uma novidade a mais para ajudar na proteção da pele, principalmente neste nosso tórrido verão.
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